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Sou Cabocla! Quem pode ter culpa?

Foto: Tamara Saré

Baixe Sou Cabocla, letra e música de Cristina Caetano.

Sou Cabocla, isso eu não nego pra ninguém

Meu traço forte, vem do norte, eu sou de Santarém!

Sou Cabocla parida no Tapajós

Danço Lundú, o Siriá, mas o meu Carimbó… isso é pai d’égua maninha!!!

Mas o meu Carimbó… isso é pai d’égua maninha!!!

Quem pode ter culpa de nascer tão bem?

Sou do Açaí, sou do Tacacá eu sou de Santarém!

Quem pode ter culpa de nascer tão bem?

Vou do Acarí ao Piracuí, vou de Santarém!

Quem pode ter culpa se o Tapajós pode ser um rio caudaloso ou Sebastião virtuoso.

Sou Cabocla isso eu não nego pra ninguém

Meu traço forte e vem do norte, eu sou de Santarém!

Sou Cabocla parida no Tapajós

Danço Lundú, o Siriá, mas o meu Carimbó… isso é pai d’égua maninha!!!

Mas o meu Carimbó… isso é pai d’égua maninha!!!

Composição: Cristina Caetano.

Arranjos e Violão: Rubão
Percussão: Silvan Galvão
Baixo: Tony


Licença Creative Commons
A obra Sou Cabocla de Cristina Caetano foi licenciada com uma Licença Creative Commons – Atribuição – Uso Não Comercial – Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.

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Vídeo do show em Santarém

Quer assistir im pouquinho show que fizemos em junho? é só clicar no link abaixo.

Show em Santarém – junho de 2010

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O Banco da Amazônia será um dos patrocinadores do segundo CD de Cristina Caetano

O Banco da Amazônia será um dos patrocinadores do segundo CD que estamos preparando para final de 2011. O projeto passou por avaliação na etapa de seleção de projetos do Banco da Amazônia em 2010 e ficou entre os selecionados.

Estamos em fase de captação e em busca de mais patrocinadores para que possamos iniciar as gravações. O tema do segundo CD será Imaginário Amazônico. Nesse trabalho apresentaremos uma seleção de músicas de compositores de diversas partes da região Norte, músicas que retratam o cotidiano do povo nortista amazônico de forma mais poética e romantizada, outras músicas em tons mais críticos sobre a realidade de nossa floresta e dos povos que aqui habitam. Duas faixas do CD serão reservadas para o carimbó, devido aos tantos pedidos do público que nos acompanha.

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Mais uma parceria entre Mineração Rio do Norte e a Cantora Cristina Caetano

Mineração Rio do Norte e o apoio a cultura

A cantora Cristina Caetano sempre viu na Mineração Rio do Norte uma grande possibilidade de investimentos para realizar um trabalho artístico com a cara do Brasil e de excelente nível de produção. O talento da cantora não demorou a conquistar a empresa que acreditou na parceria e ajudou a lançar em 2010 o CD Cristina Caetano interpreta Sebastião Tapajós. “A idéia era fazer um trabalho muito bem elaborado e sem a parceria da Mineração Rio do Norte seria impossível” afirma Cristina.

MPB, bossa nova, músicas da região norte, o CD é uma mistura de ritmos brasileiros e tudo com o toque de Sebastião Tapajós, músico santareno de fama internacional. O Cd de Cristina Caetano foi o primeiro projeto aprovado pela lei Rouanet que obteve a parceria da mineradora. “O projeto de Cristina abriu caminho para muitas outras iniciativas” ressalta o gerente de relações comunitárias da Mineração Rio do Norte Jose Haroldo Chave.

Depois de Cristina a mineração firmou parceria com um projeto de catalogação de prédios históricos e com a diocese de Santarém para a restauração da igreja da vila de Alter do Chão. A Lei Rouanet funciona da seguinte forma: O Ministério da Cultura aprova o projeto financiado por uma empresa privada que pode deduzir o valor do investimento no imposto de renda.

Pelo sucesso de Cristina Caetano, a cantora foi escolhida para representar a empresa na oitava expoiespes. No estande Cristina autografa CDs e divulga a parceria. “Cristina tem tudo haver com o tema do evento, que é empreendedorismo” destaca José Haroldo. Talento, força de vontade e oportunidades, palavras que podem resumir o resultado da parceria.

fonte:http://expoiespes.blogspot.com

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Sobre as águas do nosso Tapajós à caminho da comunidade de Suruacá.

Céu e rio, rio e céu. Não dá pra saber onde começa e nem onde termina, maravilha!

Domingo delicioso pelas águas do nosso Tapajós em direção a lindíssima comunidade de Suruacá, Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns, margem esquerda do Rio Tapajós. Parece que céu e água se misturam. Viajar por nossas ruas de águas é como tomar um banho de paz!

A comunidade de Suruacá é um lugar lindo, além de super organizada. Com a parceria de longos anos com o Projeto Saúde e Alegria a comunidade alçou muitos vôos, hoje tem acesso a internet, saúde e telefonia móvel. Para estas pessoas que moram a mais 3 horas de de barco Santarém esse avanço é muito importante. Imaginem,  na necessidade de acesso a saúde a comunicação é fundamental para que se preparem para esperar o atendimento ou até mesmo socorro. Alguns jovens vão para a cidade estudar e os pais precisam acompanhar, mesmo que à distância.

A Comunidade de Suruacá tem uma rádio comunitária chamada de Rádio Japiim, funciona em uma estrutura rústica de madeira muito bela, onde funciona também um telecentro comunitário e rodeada de belas árvores onde os Japiins fazem inúmeros ninhos, a coisa mais linda!.

Conheci dona Martinha, uma senhora com mais de 70 anos, super simpática, ela é a cantora e compositora da comunidade. Andei um pouco pela comunidade, já havia visitado outras vezes, tem uma terra abençoda com muita fartura. Uma grande variedade de frutas que dá água na boca. Ganhei até uma garrafa de molho de pimenta e cupuaçú da Dona Maura, liderança da comunidade.

Reencontrei uma moçada super simpática da comunidade de Capixauã, estavam em Suruacá para o ensaio de uma apresentação teatral, gostei de assistir o ensaio deles com a orientadora Juliana Balsalobre.

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Plantando e colhendo!

Fechando o balanço de 2010, posso dizer que estou feliz com as conquistas deste precioso ano. Muitas realizações num período de 12 meses, algumas decepções ao longo do caminho, mas nada que abalasse a estrutura tão planejada. 2011 chegou com boas perspectivas em todos os campos possíveis, trouxe muito trabalho, graças à Deus trabalho prazeroso! Minhas duas profissões tentam abraçar-se e, eu entre as duas feliz da vida e disposta a enfrentar todo e qualquer desafio que possa aparecer. Se em algum momento houver lágrimas com certeza será apenas para lavar a alma, o que interessa é que tenho muitos lenços para enxugá-las e muitos sorrisos para distribuir no tempo bom que vive a rodear.

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O que muda com a aprovação do Plano Nacional de Cultura

Em 180 dias após a sanção do Plano Nacional de Cultura (PNC) pelo presidente da República, o Ministério da Cultura deverá estabelecer metas para implementação de seus objetivos. Nesse mesmo prazo, o MinC deverá criar o Conselho e a coordenação-executiva do plano.

A principal ferramenta de acompanhamento metas estipuladas pelo Ministério da Cultura após a promulgação do PNC será o Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC).

O SNIIC já está em desenvolvimento tecnológico e será uma ampla base de dados e indicadores culturais, que abrangerá informações sobre equipamentos culturais, grupos artísticos, órgãos gestores da cultura, conselhos municipais, editais, sobre a economia da cultura, estudos e pesquisas sobre o setor cultural, entre outros.

A plataforma será essencial ao compartilhamento de informações da cultura entre os governos federal, estadual e municipal e o setor privado. Também irá gerar indicadores da gestão pública, permitindo o conhecimento e a interação da sociedade civil com as ações e políticas.

O Plano Nacional é uma diretriz a ser seguida pelos estados e municípios para criarem seus próprios planos de cultura. A adesão, porém, não é automática ou obrigatória. O MinC irá criar protocolos de adesão para esses entes federativos e então subsidiar com consultoria técnica e apoio orçamentário a elaboração desses planos.

As linguagens artísticas também irão elaborar planos para seus setores. Os colegiados setoriais ligados ao Conselho Nacional de Política Cultural os responsáveis por isso. Música, Teatro, Dança, Circo, Museus, Culturas Populares e Culturas Indígenas já têm planos.

Os 13 princípios do PNC são:

- Liberdade de expressão, criação e fruição

- Diversidade cultural

- Respeito aos direitos humanos

- Direito de todos à arte e à cultura

- Direito à informação, à comunicação e à crítica cultural

- Direito à memória e às tradições

- Responsabilidade socioambiental

- Valorização da cultura como vetor do desenvolvimento sustentável

- Democratização das instâncias de formulação das políticas culturais

- Responsabilidade dos agentes públicos pela implementação das políticas culturais

- Colaboração entre agentes públicos e privados para o desenvolvimento da economia da cultura

- Participação e controle social na formulação e acompanhamento das políticas culturais

São objetivos do Plano Nacional de Cultura:

I – reconhecer e valorizar a diversidade cultural, étnica e regional brasileira;
II – proteger e promover o patrimônio histórico e artístico, material e imaterial;
III – valorizar e difundir as criações artísticas e os bens culturais;
IV – promover o direito à memória por meio dos museus, arquivos e coleções;
V – universalizar o acesso à arte e à cultura;
VI – estimular a presença da arte e da cultura no ambiente educacional; VII – estimular o pensamento crítico e reflexivo em torno dos valores simbólicos;
VIII – estimular a sustentabilidade socioambiental;
IX – desenvolver a economia da cultura, o mercado interno, o consumo cultural e a exportação de bens, serviços e conteúdos culturais;
X – reconhecer os saberes, conhecimentos e expressões tradicionais e os direitos de seus detentores;
XI – qualificar a gestão na área cultural nos setores público e privado;
XII – profissionalizar e especializar os agentes e gestores culturais;
XIII – descentralizar a implementação das políticas públicas de cultura;
XIV – consolidar processos de consulta e participação da sociedade na formulação das políticas culturais;
XV – ampliar a presença e o intercâmbio da cultura brasileira no mundo contemporâneo;
XVI – articular e integrar sistemas de gestão cultural.

Fonte: (Comunicação Social/ MinC)

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Um Plano para a Cultura

Congresso Nacional aprova diretrizes para política cultural

O Plano Nacional de Cultura (PNC) foi aprovado, por unanimidade, nesta terça-feira, 9 de novembro, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal e segue agora para sanção presidencial. Depois de sua assinatura, o Ministério da Cultura terá 180 dias para definir metas a atingir na implementação do plano.

Demandado pela sociedade por meio da I e II Conferência Nacional de Cultura e em esforço conjunto entre o Ministério da Cultura e o Congresso Nacional, o PNC representa um avanço para a Cultura do país ao definir as diretrizes da política cultural pelos próximos 10 anos.

“A aprovação do Plano Nacional de Cultura é uma vitória muito grande, primeiro, porque institucionaliza os avanços obtidos nos últimos anos pelo governo federal na área da cultura e, depois, porque garante a continuidade das políticas culturais no Brasil”, comemorou o ministro da Cultura, Juca Ferreira.

A relatora do projeto, senadora Marisa Serrano, afirmou ser necessário ao Legislativo dar continuidade aos projetos em prol da cultura brasileira para que as diretrizes estabelecidas no Plano Nacional sejam eficazes ao marco regulatório do setor: “O PNC servirá como ponto de partida para um conjunto de políticas culturais a serem construídas”.

O que é o Plano Nacional de Cultura?

O Plano Nacional de Cultura (PNC) é o primeiro planejamento de longo prazo do Estado para a área cultural na história do país. Sua elaboração como projeto de lei é obrigatória por determinação da Constituição desde que o Congresso Nacional aprovou a Emenda Constitucional nº 48, em 2005.

As prioridades e os conceitos trazidos por ele constituem um referencial de compartilhamento de recursos coletivos que norteará as políticas públicas da área num horizonte de dez anos, inclusive com metas.

Seu texto foi aperfeiçoado pela realização de 27 seminários, em cada unidade da federação, resultantes de um acordo entre MinC e Comissão de Educação e Cultura da Câmara.

Os 13 princípios do PNC

- Liberdade de expressão, criação e fruição

- Diversidade cultural

- Respeito aos direitos humanos

- Direito de todos à arte e à cultura

- Direito à informação, à comunicação e à crítica cultural

- Direito à memória e às tradições

- Responsabilidade socioambiental

- Valorização da cultura como vetor do desenvolvimento sustentável

- Democratização das instâncias de formulação das políticas culturais

- Responsabilidade dos agentes públicos pela implementação das políticas culturais

- Colaboração entre agentes públicos e privados para o desenvolvimento da economia da cultura

- Participação e controle social na formulação e acompanhamento das políticas culturais
Um Plano para a Cultura

Congresso Nacional aprova diretrizes para política cultural
Pelo projeto, o governo federal terá 180 dias para definir metas para atingir esses objetivos, que serão medidas pelo Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC), já em implantação no Ministério da Cultura.

Os estados e municípios que quiserem aderir às diretrizes e metas do Plano Nacional de Cultura terão de elaborar seu respectivo plano decenal em até 180 dias. Para isso, contarão com assistência do MinC. O conteúdo será desdobrado, ainda, em planos setoriais.

Fonte: (Comunicação Social/ MinC)

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Comemoração do mês dos idosos no Asilo São Vicente de Paula

Este senhor estava bem sentadinho num canto enquanto eu cantava. Fiquei observando que ele estava gostando e acompanhando o ritmo da música batendo as mãos e os pés. Resolvi então convidá-lo para dançar e para minha surpresa ele aceitou. Em curtos passos chegou até mim apoiado na Marlem da Tv Tapajós.
Logo que entrei no Asilo percebi no mural que grande parte dos idosos que moram lá, vieram do nordeste e perderam-se de suas famílias, resolvi então cantar asa branca para que pudessem dançar ao som de uma música de origem nordestina e em seguida músicas locais.
Fiquei emocionada quando aqule senhor chegou perto de mim, cego, em curtos e lentos passos. Ele dançou feliz e me fez feliz com sua alegria. Fiquei lembrando de meu pai avô.
Neste dia pude sentir o quanto é importante dar atenção aos outros, principalmente aos idosos tão carente de carinho do Asilo. Poucos minutos dedicados a pessoas que eu não conhecia gerou felicidade tanto pra mim quanto para elas.

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